01 maio 2010

"Cansa-me enterros pela encenação. Quem é contido ao pé do túmulo não viveu com o morto. Inventou o morto. A saudade inventa. Cria afinidades e lembranças para ganhar importância de testemunha, para alardear uma cumplicidade única e inseparável."
(Fabrício Carpinejar)


3 comentários:

Mai disse...

Um triste retrato dos grandes cortejos.

Juan Moravagine Carneiro disse...

Nunca soube o que fazer nestas horas...

...As vezes passo até mesmo como aquele que não se emocina e tal...é que prefiro absorver meu luto sozinho!

Sentimental ♥ disse...

não gosto de enterros, nem vou.